Não sei. É, não sei. Não sei o que há, não sei o que houve e também não sei o que haverá. Hoje o dia começou tranquilo, talvez até diferente dos outros, um pouco sorridente demais. O dia hoje começou com uma leveza e com um ar de mudanças. Começou. E não foi hoje, na verdade foi ontem.
Eu, com minhas humildes palavras sempre consegui me impor ao falar de sentimentos. Consegui me impor aos outros, aos meus leitores, aos meus crentes, mas nunca, jamais, a mim mesma. É complicado, de repente você se vê afogado em dúvidas, já não sabe se acreditou e fez a escolha certa, tem medo do amanhã e começa a ser alguém amargurado, sufocado e recuado. Isso por culpa de suas próprias atitudes. Por culpa de suas próprias paranoias.
Como uma menina politicamente bonitinha, eu já me vi passando por situações difíceis, do tipo "nem liguei para o seu conteúdo, apenas avaliei sua aparência", e sabe, hoje em dia eu acredito que a maioria das belas meninas/mulheres se vejam indecisas e à mercê do medo de se passar por isso.
Hoje, nessa sexta-feira, 3, eu me pergunto "mas e será que vale a pena tentar curar um amor usando outro ?" e já logo em seguida tenho a tal resposta ... "Não, usar algo ou alguém para poder desprender-se de um passado é uma total burrice, afinal, assim como os ventos, amores vão e voltam, muitas vezes causando estragos por sua passada". O nosso maior medo é chegar ao máximo, é dar o melhor e em questão de segundos um "já chega, para mim não da mais" simplesmente destruir tudo. É complicado, nós sempre achamos que a solução é trocar de sala, enquanto na verdade a estratégia mais sábia seria renovar o nosso cômodo com móveis novos. Como já disse "miste pi" ontem em seu programa da rede atlântida de rádios "nós queremos mudar o campo de batalha, mas não lembramos que corremos riscos maiores lutando em terreno desconhecido" se não isso, quase isso.
E esse é o nosso porém, as vezes nós queremos mudar tudo. Mudamos as pessoas. Mudamos o ambiente. Mudamos as estratégias. Mas não mudamos nós mesmos. E de que adianta todo esforço se não nos for alcançado o objetivo ? Arrumar um novo coração para morar, simplesmente por capricho, é o mesmo que "nadar, nadar, nadar, nadar, nadar, nadar, nadar e morrer na praia".
Hora de rever conceitos. Hora de ser feliz de verdade e afastar a angústia que as dúvidas trazem consigo. Hora de atualizar. Hora de f5. Hora de sorrir. Mas principalmente, é hora de estar seguro do que se está sentindo e sobre quem se está sentindo, para que não hajam mágoas e nem surpresas.
Eu tenho uma meta, e você ?
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