quarta-feira, 3 de setembro de 2014
um pouco de algo
Um punhado de paz, uma boa companhia, uma dose de felicidade. Se não der, pode ser álcool, filme vagabundo, alguém que fale muito. Depois uma festa horrível, uma gargalhada atoa, novas pessoas. Ou nada disso. Carinho de mãe, dormir até tarde, gastar horas no telefone com um ou dois amigos que entendem tudo sem precisar dizer nada. Eu não imagino o que seja melhor, melancolia ou um porre ? A fase ruim já tinha passado. Mas não. Coisa chata. Gente chata. Eu achava que a vida era melhor. Ela têm me decepcionado muito. As pessoas, na verdade. Resolvi escrever pausadamente assuntos aleatórios. Minha cabeça está assim. Eu nem sei o que pensar. Mas ainda quero um punhado de alguma coisa.
terça-feira, 2 de setembro de 2014
Um "breve" desabafo
Eu não entendo. Sofro de indecisão, já assumida. Me complico para comprar uma roupa, um chocolate, um livro, um cd e até um basiquinho dvd, eu pego um, olho outro, gosto dos dois e aí já era. Ninguém demora meia hora para escolher entre um Bis branco e uma barra de Diplomata. Até por que o Diplomata é melhor. Ou o Bis. Tá, complicaram-se os fatos. Mas voltando ao meu assunto... Não entendo como as pessoas conseguem ter tantas dúvidas assim sobre o que sentem. O que acontece com a cabeça de um ser humano que em um domingo à noite ressalta o sentimento ENORME que existe por outra pessoa e numa terça-feira chuvosa se contradiz, esperando só ser compreendido e perdoado pelas palavras que jogou ao vento, de qualquer forma, doendo a quem doesse. O que esperar de alguém depois de cair e levantar tantas vezes, sempre no mesmo ponto do percurso, tendo só como distinção as companhias que ali junto estavam ? Deixa que eu respondo: Nada. Cada vez eu desacredito mais nessa coisa de amor. Nessa tal de "confiança" e também naquela babaca chamada "consideração pelo próximo". Estava eu aqui, lendo o "Não se apega não" quando achei um trecho, logo no início, que dizia exatamente sobre o que eu estou passando. Vou anexar aqui para você entenderem do que se trata.
"Eu sempre fui uma garota-conto-de-fadas. Gosto de chamar de garota-conto-de-fadas todas aquelas que acreditam no melhor das pessoas. Não que eu creia em príncipes, unicórnios e muito menos em "felizes para sempre" (por mais que eu queira que tudo isso exista!). Mas eu gosto de ver o melhor que cada pessoa tem dentro de si. E isso me fez esperar demais de rapazes que não me davam tudo o que eu queria, tudo o que eu esperava, sonhava e imaginava."
Viram só? era exatamente disso que eu falava. Estou cansando de criar expectativas. Criar vínculos. E acabar na mesma, sempre.
Eu faço tipo sonhadora sim. Me apego fácil e me ralo muito por isso. Eu me ralo, meu coração se rala, meu ego e minha alegria também. Ficamos todos feridos.
E o pior é que nem era amor. Era só alguém pra contar sempre. Contar o dia. Contar as frustrações. Contar pra contar. Mas mais uma vez deu tudo errado. Mais uma vez eu me sinto enganada. Suja. Chata e sem atrativos.
Eu não gostaria de ser assim, mas parece que não aprendo nunca. Vivo quebrando a cara da mesma forma. Me doando demais. Me envolvendo de mais, sofrendo demais e me culpando demais. E é só pela sensação de ser enganada. Ser esquecida, como uma lata de milho vencida bem no fundo de um armário.
O erro não é meu. Mas é.
Amanhã quem sabe eu volte para contar como me sinto. Ou quem sabe vocês precisem mandar um telegrama à Marte, pois corro o risco de fugir para bem longe e voltar só no Natal. Afinal, completar dezenove anos longe das frustrações diárias e das frustrações amorosas não me parece uma má ideia.
E melhor do que isso, seria só não ter sentimentos.
"Eu sempre fui uma garota-conto-de-fadas. Gosto de chamar de garota-conto-de-fadas todas aquelas que acreditam no melhor das pessoas. Não que eu creia em príncipes, unicórnios e muito menos em "felizes para sempre" (por mais que eu queira que tudo isso exista!). Mas eu gosto de ver o melhor que cada pessoa tem dentro de si. E isso me fez esperar demais de rapazes que não me davam tudo o que eu queria, tudo o que eu esperava, sonhava e imaginava."
Viram só? era exatamente disso que eu falava. Estou cansando de criar expectativas. Criar vínculos. E acabar na mesma, sempre.
Eu faço tipo sonhadora sim. Me apego fácil e me ralo muito por isso. Eu me ralo, meu coração se rala, meu ego e minha alegria também. Ficamos todos feridos.
E o pior é que nem era amor. Era só alguém pra contar sempre. Contar o dia. Contar as frustrações. Contar pra contar. Mas mais uma vez deu tudo errado. Mais uma vez eu me sinto enganada. Suja. Chata e sem atrativos.
Eu não gostaria de ser assim, mas parece que não aprendo nunca. Vivo quebrando a cara da mesma forma. Me doando demais. Me envolvendo de mais, sofrendo demais e me culpando demais. E é só pela sensação de ser enganada. Ser esquecida, como uma lata de milho vencida bem no fundo de um armário.
O erro não é meu. Mas é.
Amanhã quem sabe eu volte para contar como me sinto. Ou quem sabe vocês precisem mandar um telegrama à Marte, pois corro o risco de fugir para bem longe e voltar só no Natal. Afinal, completar dezenove anos longe das frustrações diárias e das frustrações amorosas não me parece uma má ideia.
E melhor do que isso, seria só não ter sentimentos.
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