Não que tudo sejam flores e, bem provavelmente você já tenha lido isso por aqui, mas nem sempre as flores dizem tudo. Aliás, de que seriam os outonos e invernos se a vida não deixasse de ter flores ? Estamos em um ciclo de novo plantio, novas paisagens, novas identidades e colheitas.
Vocês já perceberam o quanto eu falo de sentimentos? Diria, inclusive, que sou uma romântica nata cheia de crenças e positivismo sentimental. Clichê!
Pois então... me questionaram sobre como anda a vida. E eu, bem, eu diria que na mais tranquila maré que o barco possa ser levado.
Uma pitadinha de paz. Uma pitadinha de realizações. Uma colherzinha de amor (vivemos com mais do que pitadas). Uma medida de sonhos e muita, mas muita, determinação. Ah, faça-me a gentileza de não esquecer os bons amigos, os amores (eu diria que o, sem s), a garra e a imensidão de vontade de ser feliz. Isso que me ganhou.
Diante da turbulência que é um recomeço e, do naufrágio que foram os meus vários recomeços ao mesmo tempo, eu diria que aprendi a nadar, cheguei à costa e ainda levei uma medalha de honra ao mérito. Foi sensacional.
Naquele dia em que sonhei que "essa data vai ser o divisor de águas para tua vida", jamais imaginaria o estado de gratidão absoluta que chegaria e me faria escrever nessa noite (bela noite, inclusive), diria inclusive que: MANO DO CÉU, DEU TUDO CERTO. Vem dando. Irá dar.
E se eu tivesse que me despedir dessa escrita (e tenho), finalizaria cortando o assunto, não divulgando esse texto (explanar felicidade é algo perigoso) e reafirmando que: apesar das dores, eu recuraria aquelas feridas para chegar novamente onde estou. Estando grata.
Que venham mais, bem mais desafios. Quero pa tro lá - los.
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